Esperança
Indique-me o caminho certo, se é certo que somos reflexos de um mundo incerto.
Transmita a ideia, fique mais perto do que te encanta, não deixe que o medo termine com a dança
E diga sempre a si mesmo:
Eu quero viver na esperança dos sonhos que sempre estarão dentro de mim.
O CD vai ficar mais barato: e daí?
Fonte: Instante PosteriorChega com certo atraso, para dizer o mínimo, a aprovação esta semana da proposta de emenda constitucional que reivindica a redução de taxas incidentes sobre a fabricação e comercialização de CDs, DVDs e afins. A notícia é positiva, tanto para quem produz quanto para quem consome música no Brasil, muito embora pairem dúvidas a respeito de sua verdadeira eficácia.
Se o engajamento de representantes da classe artística, que se deram ao trabalho de comparecer à votação em Brasília na última quarta-feira, deve ser interpretado como esforço para estancar a sangria desatada que assola o mercado fonográfico, me parece que a providência soa como oferecer uma aspirina a alguém que foi ferido à bala.
Eu explico: segundo cálculo de especialistas, na prática, entre isenções e insumos aplicados aos impostos vigentes, o preço final dos produtos poderia cair entre 5% e 10% apenas. A vantagem mais expressiva estaria, portanto, reservada às gravadoras, que teriam um desconto considerável em seus encargos, se aplicado à escala de milhões de unidades.
A “economia”, ao menos em tese, seria investida em maiores tiragens, capazes de diminuir os custos de fabricação, bem como no aumento da receita destinada à contratação e à divulgação de novos talentos. Há, no entanto, alguns incrédulos escolados que cogitam a possibilidade de, num futuro próximo, surgirem justificativas para que o benefício não seja repassado ao consumidor, nem aos artistas, e isto não seria nenhuma novidade.
Frente a este cenário, não vejo tantas razões para comemorar, exceto, talvez, pelo fato de que a emenda, se aprovada, poderá incentivar a disseminação dos pequenos selos regionais, aqueles que são os maiores afetados pela carga dos impostos. Os defensores do projeto alegam, e com razão, que a imunidade tributária – atualmente aplicada aos livros – deveria, também, se estender aos formatos musicais, visto que não há porque não considerá-los como pertencentes à uma mesma categoria.
Mais difícil do que conquistar a preterida equiparidade será me convencer de como um disco que hoje é vendido por R$ 33.00, e, depois da lei, por R$ 30.00, resultará num reaquecimento do mercado e, por consequência, em duro golpe na pirataria. Sinceramente não consigo enxergar como os novos parâmetros acirrariam a competição com arquivos baixados de graça na internet ou CDs adquiridos por R$ 5,00 nas banquinhas do camelô.
Claro que qualquer medida nesta direção será sempre bem-vinda, mas o que esse povo parece não querer ou conseguir entender é que pouco resta ainda a ser recuperado. Uma parcela significativa dos consumidores, por motivos ideológicos ou orçamentários, migrou, e não parece estar disposta a voltar atrás, para este outro modelo de troca, que não admite intermediários entre fãs e artistas.
Reconheço, por sentir na pele, que existe aí um grave prejuízo no que se refere a direitos autorais, mas de nada adianta continuar se enganando com paliativos. Mais eficiente do que esta derradeira tentativa de salvar o formato físico de sua morte anunciada (algo que só faria sentido 10 anos atrás) seria empreender tempo e dinheiro no estudo e no desenvolvimento de mecanismos mais transparentes, e portanto mais afeitos à esta época, de remuneração para quem produz e distribui música.
Exemplos criativos não param de surgir: há bandas que têm a gravação de seus discos financiada pela soma de pequenas contribuições dos fãs, ou empresas que subsidiam, em troca de propaganda, o download de faixas. A partir de soluções como estas conclui-se que o “fim do mundo” alardeado pelas gravadoras é tão somente o virar de uma página. Os recursos continuarão existindo, só mudaram de mãos. Das deles para as nossas.
Saia da Janela
Olhar o mundo pela janela é fácil...Fácil...
É fácil de se ver
É fácil interpretar
É fácil de se ter
É fácil desprezar
É fácil de sorrir
É fácil de sonhar
É fácil de sentir
É fácil de chorar
É fácil de correr
É fácil analisar
É fácil de morrer
É fácil de culpar
É fácil de mentir
É fácil abdicar
É fácil discutir
É fácil de negar
Não seja só mais um
E saia voando
Veja de outro ângulo
Tente participar
Saia da Janela
Venha se juntar
O mundo te espera
Ajude-o a rodar
Ajude-o a girar
Olhar o mundo pela janela é fácil... Fácil...
É fácil advertir
É fácil abjurar
É fácil abolir
e também renunciar
É fácil se abster
É fácil se calar
É fácil se esquecer
É fácil abandonar
É fácil traduzir
É fácil torturar
É fácil aluir
É fácil de pisar
É fácil de trair
É fácil de evitar
É fácil se eximir
e de se justificar
Não seja só mais um
E saia voando
Veja de outro ângulo
Tente participar
Saia da janela
Venha se juntar
O mundo te espera
Ajude-o a girar
Ajude-o a rodar
Ame, sonhe, beije, abrace,
mate a fome, dê o trabalho,
Reze, cante, sirva, salve
Cuide, doe, busque a evolução...
Abra seu coração...
http://www.myspace.com/lendaqi
Pés na água, violão na mão e coração na voz

Somos pássaro novo
Longe do ninho
Eu sei! Eu sei!..."
Mas deixe as luzes
Acesas agora
O que foi escondido
É o que se escondeu
E o que foi prometido
Ninguém prometeu
Nem foi tempo perdido
Somos tão jovens...
Tão Jovens! Tão Jovens!..."
Quase sem querer
Que eu vejo
O mesmo que você..."
Nossos ouvidos independentes

Nos últimos anos o cenário musical mundial vem mudando gradativamente. O crescimento da música independente, o advento da Internet e a globalização do MP3 fez com que as grandes gravadoras corressem atrás do prejuízo. Estamos no meio de uma batalha entre o poderio dos grandes e o empenho das bandas independentes.
A música independente vem crescendo dado ao fato do acesso à tecnologia. Não é difícil apaixonados pela música terem seu próprio estúdio em casa, com editores e mixadores de áudio instalados em seus computadores. Percebe-se também o crescimento das pequenas gravadoras, que são mais acessíveis aos músicos e que caminham paralelamente a essa liberdade musical.
Outro ponto fundamental foi a globalização do MP3. Hoje qualquer pessoa pode baixar, ouvir e conhecer bandas de qualquer canto do planeta. Mas há conflitos jurídicos nisso. Existe a proteção às grandes gravadoras disfarçadas na lei que diz que é ilegal obter uma obra musical sem pagar pelos direitos dela. É nessa parte que a música independente se diferencia. Muitas bandas disponibilizam suas músicas na Internet. Álbuns na íntegra, totalmente sem custo para o download, visando apenas o reconhecimento da cultura musical.
Por esses motivos, ser independente musicalmente se tornou mais comum. Bandas de várias vertentes buscam uma maior qualidade em seu trabalho, sendo originais e diferenciadas de muitas bandas ditas "pop", e que são, na verdade, mola propulsora das grandes gravadoras. Por tudo isso, a música se difere e se cultua e nossos ouvidos agradecem.
Fonte: Guilherme Moraes (eu), redação escolar do Ensino Médio.
Hoje

Pergunta-se: O que mudou?
Café na mesa, resto da família acordando
Cachorro latindo, criança brincando
A hora que passa, ir trabalhar
E aos poucos vai se esquecendo de como acordou
Parece tudo tão normal
Rotina sagrada de cada dia
E então o dia passa
O hoje se torna cada vez mais ontem
E o amanhã cada vez mais presente
Então você vai dormir...
Eu estava. Onde? Não sei ...
Apenas viajar um pouco
Queria estar ao longe
Me esconder do mundo
Queria estar aonde meus pensamentos estão
Fico aqui a pensar, e o mundo a girar...
_________________________________
Mas nada que eu diga me parece exato
Nada que eu pense tem um sentido claro
Nenhuma canção vai me ajudar a descobrir...
(Simples - Nenhum de nós)
Acaso

Ninguém conhece alguém por acaso, nada nesta vida acontece por acaso... Ninguém chega até nós por um simples acaso... "as pessoas não se encontram por acaso, nem permanecem em nossa vida por causa desse simples acaso". Pense nisso. "O destino de cada um".
Passamos por momentos de plena felicidade em nossa vida momentos que nos marcam de uma forma surpreendente e nos transformam, nos comovem, nos ensinam e muitas vezes, nos machucam profundamente.
As pessoas que entram em nossa vida, sempre entram por algum propósito. Elas nos encontram ou nós as encontramos meio que sem querer. Assim, tudo o que podemos pensar é que existe um destino, em que cada um encontra aquilo que é importante para si mesmo. Ainda que a pessoa que entrou em nossa vida, aparentemente, não nos ofereça nada, mas ela não entrou por acaso, não está passando por nós apenas por passar.
Conhecer a alma significa conhecer o que as pessoas sentem, o que elas realmente desejam de nós, pois só assim é que poderemos tê-las por inteiro em nossa vida. A amizade é algo que importa muito na vida e sem esse vínculo nós não teremos harmonia nem paz. Precisamos de amigos para nos ensinar, nos alegrar e também para cumprirmos nossa maior missão: "amar ao próximo como a si mesmo" observe sua vida, comece a recordar todas as pessoas que já passaram por você e o que cada uma deixou.
Você estará buscando a sua própria identidade, que foi sendo construída aos poucos,de momentos que aconteceram na sua vida,e que até hoje interferem em seu caminho.
Quando sentir que alguém não lhe agrada,dê uma segunda chance de conhecê-lo melhor, você poderá ter muitas surpresas cedendo mais uma oportunidade. Quando sentir que alguém é especial para você, diga a ele o que sente e terá feito um momento de felicidade na vida de alguém. Não deixe para fazer as coisas amanhã, poderá ser tarde demais faça hoje tudo o que tiver vontade.
Se estiver amando, ame pra valer,viva cada minuto deste amor sem medir esforços. Sopre aos ventos os seus sonhos,eles irão se espalhar e voltar a você em forma de realidade. Preste bastante atenção em todas as pessoas, elas poderão estar trazendo a sua tão esperada felicidade.
_______________________________________ recebido por e-mail.
Pensar em dizer
Música: O Vento - Los Hermanos
assistir à onda bater,
mas o estrago que faz
a vida é curta pra ver...
Eu pensei..
Que quando eu morrer
vou acordar para o tempo
e para o tempo parar:
Um século, um mês,
três vidas e mais
um passo pra trás?
Por que será?
... Vou pensar.
- Como pode alguém sonhar
o que é impossível saber?
- Não te dizer o que eu penso
já é pensar em dizer
e isso, eu vi,
o vento leva!
- Não sei mais
sinto que é como sonhar
que o esforço pra lembrar
é a vontade de esquecer...
E isso por que?
Diz mais!
Uh... Se a gente já não sabe mais
rir um do outro meu bem então
o que resta é chorar e talvez,
se tem que durar,
vem renascido o amor
bento de lágrimas.
É preciso às vezes rir de si mesmo, das atitudes, dos pensamentos, das suas lembranças, para que só assim no amanhã poder rir do seu hoje...
Querendo ou não, tem momentos na vida que você para e olha tudo que passou, meio que alçando algo que virá, mas não entende que você é aquilo que está acontecendo hoje.
